Segunda-feira, 26 de outubro de 2026
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Economia

Ações de empresas brasileiras recuam até 19% na bolsa de Nova York

Papéis de bancos e tecnologia registraram as maiores perdas, enquanto exportadoras amorteceram baixas

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As ações de companhias brasileiras negociadas na bolsa de Nova York registraram fortes baixas de até 19,5% na madrugada desta segunda-feira (26), após o anúncio da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O movimento afeta o valor de mercado das maiores corporações privadas e estatais do Brasil, além de indicar cautela do investidor estrangeiro em relação aos setores financeiro e de infraestrutura. Todas as 20 empresas nacionais com negócios no pregão noturno norte-americano operaram no território negativo, devolvendo em poucas horas a valorização acumulada ao longo das semanas anteriores.

Os papéis de instituições financeiras e de tecnologia foram os mais castigados pelos investidores internacionais: PagSeguro e XP lideraram os recuos com baixas de 19,49%, enquanto o Itaú Unibanco caiu 17,8% e as ações da Petrobras cederam 15,9%. Em sentido inverso, companhias exportadoras sentiram impacto bem menor graças à alta da moeda americana: a Embraer recuou apenas 1,2%, seguida por quedas mais moderadas de mineradoras e siderúrgicas como Vale e Gerdau.

As negociações regulares nas bolsas norte-americanas e na bolsa paulista B3 começam na manhã desta segunda-feira, quando analistas acompanharão se a onda de vendas nos recibos de ações se espalhará para todo o mercado local.

Com informações de Veja, Exame e Money Times.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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