Como trabalhamos
De onde vêm as notícias
Acompanhamos continuamente centenas de fontes: veículos de imprensa do Brasil e do exterior, agências públicas de notícias, tribunais, o Congresso e órgãos de governo. Quando mais de um veículo publica a mesma história, ela entra na nossa pauta.
Como a matéria é escrita
O texto é escrito por inteligência artificial a partir das versões publicadas pelos veículos, seguindo regras que valem para todas as matérias:
- o texto é nosso — não copiamos frases das fontes;
- nenhum dado entra sem estar em pelo menos uma fonte; o que falta, fica de fora;
- quando as fontes divergem, dizemos que divergem e de quem é cada versão;
- informação exclusiva de um veículo é atribuída a ele;
- no pé de toda matéria, os veículos de onde vieram as informações.
Conferência
Antes de publicar, a matéria passa por conferência automática: se já saiu no site, se trata de assunto que não publicamos, se traz pesquisa eleitoral sem registro. Depois de publicada, uma revisão periódica procura erros de fato, duplicidades, títulos inadequados e informações que mudaram, e corrige.
Pesquisas eleitorais
Só divulgamos pesquisa com instituto, contratante, número de registro na Justiça Eleitoral, período de campo, amostra e margem de erro, como manda a lei.
Crimes e acusações
Ninguém é tratado como culpado antes da condenação. Usamos "suspeito", "investigado" e "acusado", e registramos a versão da defesa sempre que ela existe. Em casos de suicídio, não descrevemos o método e indicamos o CVV (188).
Fotos
Usamos apenas imagens de licença livre (domínio público e Creative Commons que permite uso comercial) ou de agências públicas, sempre com o crédito do autor. Não usamos retrato de pessoa acusada: nesses casos, a foto é do lugar ou da instituição.
Correções
Veja Correções. Quem responde pelo site está no Expediente.