Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
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Esportes

Acordo da Neo Química Arena que o Corinthians tenta mudar retém prêmios e venda de atletas

Gestão atual considera que garantias do contrato de 2022 com a Caixa inviabilizam o clube e espera novo modelo após as eleições.

Arena Corinthians
Foto: Jorge Morales Piderit / Wikimedia Commons (CC0)

Na renegociação de sua dívida com a Caixa Econômica Federal pela Neo Química Arena, o Corinthians tem como objetivo alterar cláusulas contratuais que a atual diretoria considera que impedem o funcionamento financeiro do clube. As conversas buscam revisar as garantias de pagamento estabelecidas em 2022, durante a gestão de Duílio Monteiro Alves.

O contrato vigente determina que o banco estatal detenha 50% de todas as premiações obtidas pelo clube em torneios como o Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Libertadores. Além disso, a Caixa tem direito a 30% dos valores brutos arrecadados com a venda ou transferência de jogadores do futebol masculino profissional.

O fluxo de pagamento também compromete o repasse escalonado da bilheteria do estádio, fixado em 50% até 2024 e previsto para subir a 55% entre 2025 e 2027. Com o pagamento de uma parcela de R$ 28 milhões recém-suspenso devido às tratativas, a diretoria trabalha com a expectativa de firmar um novo modelo de contrato após as eleições. O valor total da dívida é estimado em cerca de R$ 640 milhões.

Com informações de Google Notícias, Estadão e ge.globo.

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