Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Economia

Associação de restaurantes processa Keeta por entregas sem autorização prévia

Ação na Justiça paulista pede o fim da compra intermediada, em que itens são adquiridos no balcão sem o conhecimento do estabelecimento.

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A Associação Nacional de Restaurantes (ANR) protocolou uma ação civil pública contra a empresa de entregas Keeta na Justiça de São Paulo nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026. A entidade contesta a prática conhecida como compra intermediada e exige a suspensão imediata da listagem de estabelecimentos que não autorizaram expressamente sua presença na plataforma digital.

O caso discute os limites de atuação de serviços de entrega de comida e a responsabilidade sobre os produtos entregues aos consumidores. De acordo com a associação do setor, a inclusão não autorizada impede que os restaurantes controlem a qualidade do transporte dos alimentos e a comunicação direta com o cliente em caso de problemas.

A Keeta é uma subsidiária da gigante de tecnologia chinesa Meituan e iniciou operações recentes no mercado brasileiro de entregas rápidas. Segundo a ANR, no formato contestado, o aplicativo cadastra cardápios por conta própria e envia um comprador ao balcão, que adquire a comida como cliente comum sem que a gerência saiba que o pedido atende a uma demanda do aplicativo. Erik Momo, presidente do conselho da entidade, afirmou que os gestores de restaurantes operam no escuro durante esse tipo de venda presencial.

Em posicionamento divulgado, a Keeta defendeu a legalidade do seu modelo operacional de compras. O processo aguarda agora a análise de um pedido de liminar na Justiça paulista, que decidirá se determina a retirada imediata dos restaurantes do aplicativo ou se mantém o serviço até o julgamento definitivo do caso.

Com informações de UOL, G1, CNN Brasil e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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