Ataques de rebeldes houthis a aeroportos na Arábia Saudita deixam três mortos
Bombardeios atingiram terminais de passageiros no sul do país e deixaram 36 pessoas feridas; governo saudita reagiu contra alvos militares
Ataques da milícia rebelde houthi, do Iêmen, a três aeroportos na Arábia Saudita resultaram na morte de três civis e deixaram 36 feridos entre segunda-feira (6) e quarta-feira (8).
A ofensiva afeta a segurança de passageiros na região e marca uma escalada no conflito de fronteira, elevando a tensão no Oriente Médio. Os bombardeios atingiram os terminais aéreos de Abha, Jazan (Rei Abdullah bin Abdulaziz) e Najran, no sul do território saudita.
As autoridades locais e os veículos internacionais registraram divergências nas primeiras informações: algumas versões apontam três mortos em apenas dois aeroportos, enquanto a aviação civil saudita confirmou as vítimas distribuídas ao longo de três dias. Entre as vítimas fatais registradas em Abha estão duas mulheres estrangeiras que viviam no país, oriundas do Marrocos e da Argélia.
Em retaliação aos bombardeios contra as instalações civis, a coalizão militar liderada pela Arábia Saudita afirmou ter destruído 82 alvos ligados aos houthis no Iêmen. A comunidade internacional acompanha os desdobramentos na região.
Com informações de Al Jazeera, The Japan Times, BBC News e Financial Times.
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise
⏱ Linha do tempo Oriente Médio
O que já foi publicado sobre este assunto antes desta notícia, do mais recente para o mais antigo.
- Você está aqui: esta notícia
- Petróleo volta a superar US$ 100 com agravamento das tensões no Oriente Médio
- Em retaliação, Israel fecha consulado do Reino Unido em Jerusalém Oriental
- Huthis confirmam ataque com mísseis contra aeroporto de Riade, com mortes
- Combates no Iêmen se intensificam com avanço de rebeldes e ameaçam rotas marítimas
- Bolsas europeias recuam com preocupação sobre déficit da França e tensão no Oriente Médio