Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Economia

Banco Central avalia que é cedo para medir impacto da disparada do dólar

Chefe de estatísticas da autarquia pediu prudência ao analisar efeitos da moeda sobre contas externas

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Banco Central do Brasil
Banco Central do Brasil de Fortaleza · Foto: Joelkaula / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O chefe do departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, declarou na manhã desta segunda-feira (26) que ainda é muito cedo para projetar os impactos que a forte valorização do dólar terá sobre as contas externas e o balanço de pagamentos do Brasil nos próximos meses.

A manifestação da autoridade monetária busca conter precipitações do mercado financeiro e orientar investidores em um dia marcado por volatilidade acentuada. O avanço da cotação encarece insumos importados e pressiona a inflação no mercado interno, mas o banco enfatizou a necessidade de esperar a acomodação dos preços para medir as consequências reais.

A disparada cambial ocorreu na abertura do primeiro pregão financeiro posterior à confirmação da reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No mercado de derivativos da bolsa B3, contratos futuros e minidólar abriram em forte descompasso em relação aos valores registrados na sessão de sexta-feira (23), quando o dólar comercial havia encerrado cotado a R$ 4,9896.

O Banco Central informou que manterá o monitoramento contínuo sobre os fluxos cambiais e a estabilidade das reservas internacionais, aguardando os novos indicadores consolidados do setor externo antes de tomar qualquer medida extraordinária.

Com informações de InfoMoney, UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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