Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
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Economia

Bancos centrais avaliam riscos de investimentos em IA sobre a inflação global

Pressão sobre consumo de energia e chips atrai atenção técnica, mas dados descartam impacto direto generalizado nos preços

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Autoridades monetárias e economistas de mercados desenvolvidos avaliam nesta semana se a rápida expansão de ferramentas de inteligência artificial tem potencial para alimentar a inflação global antes de entregar os ganhos de produtividade prometidos pelo setor tecnológico.

A preocupação decorre da intensa demanda por energia elétrica para alimentar centros de dados e da disputa por componentes eletrônicos avançados, fatores que poderiam encarecer serviços digitais e pressionar os índices de custo de vida monitorados para a definição das taxas de juros.

Por ora, dados compilados pela consultoria Capital Economics indicam que a inflação anual média nos países desenvolvidos girou em torno de 3% em agosto, impulsionada quase que exclusivamente pelos preços dos combustíveis e conflitos no Oriente Médio, como a guerra no Irã. No Reino Unido, por exemplo, os preços médios de celulares e acessórios de informática permaneceram estáveis no último ano, afastando temores imediatos de repasse em massa aos consumidores.

O economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE), Philip Lane, e outros dirigentes monetários continuarão acompanhando as próximas divulgações de produtividade para calibrar decisões sobre cortes ou aumentos nas taxas básicas de juros.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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