Terça-feira, 13 de outubro de 2026
Política

Caso Master fica um mês parado no STF e acumula pedidos de soltura sem decisão

Processos remetidos ao gabinete da presidência aguardam definição de competência entre Fachin e Mendonça

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Edson Fachin
Edson Fachin no Supremo Tribunal Federal · Foto: Governo RS / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

As investigações sobre o Banco Master completaram um mês paralisadas na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (12), com pedidos de soltura e solicitações de diligências sem resposta judicial.

O represamento das decisões afeta tanto os advogados de defesa, que cobram a revogação de prisões preventivas de réus, quanto os investigadores, que dependem do aval da corte para avançar nas apurações sobre suspeitas de fraudes financeiras, corrupção e lavagem de dinheiro.

A paralisação teve início em 12 de setembro, data em que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, requisitou que o ministro André Mendonça enviasse à Presidência todos os procedimentos vinculados ao caso, com a finalidade de resolver conflitos regimentais de distribuição.

Embora Mendonça figure formalmente como relator das ações, os autos permanecem sob a guarda de Fachin, que ainda não estipulou data para deliberar sobre o destino dos inquéritos e liberar o julgamento dos pedidos pendentes.

Com informações de G1 e Revista Oeste.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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