Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Saúde

Demora no diagnóstico do câncer de mama amplia gravidade de cirurgias no SUS

Espera prolongada para detecção reduz chances de cura e amplia sequelas em pacientes

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

O intervalo entre as primeiras queixas clínicas e a conclusão do diagnóstico do câncer de mama segue como o fator decisivo para a sobrevida e a integridade de mulheres assistidas pela rede pública de saúde no Brasil.

A demora na detecção obriga a realização de procedimentos cirúrgicos agressivos, causa deformidades físicas e derruba as probabilidades de cura. Essa disparidade socioeconômica foi apontada pelo presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), Luiz Ayrton Santos Júnior, que associou o tempo de espera a fatores como renda, grau de instrução, raça e município de residência.

O contraste aparece na trajetória de duas mulheres atendidas no Sistema Único de Saúde (SUS) em Porto Alegre: enquanto Rita Santana, de 53 anos, descobriu a alteração precocemente e preservou a mama em Gravataí, Maura Bandeira, de 54 anos, aguardou quatro anos por um diagnóstico conclusivo em Alvorada, o que culminou na retirada integral da mama e em quase dois anos de ferida aberta após a rejeição da prótese mamária.

Entidades médicas enfatizam que sintomas como inchaço e nódulos merecem investigação aprofundada imediata, mesmo quando a mamografia de rotina inicial não registra anormalidades aparentes.

Com informações de UOL, Folha e Estado de Minas.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.