Sábado, 24 de outubro de 2026
Política

Entenda a votação de Lula e do PT contra a Constituição de 1988 citada em debate

Bancada petista rejeitou redação final da Carta Magna por considerá-la insuficiente, mas assinou documento oficial na promulgação

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A menção feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre a rejeição do Partido dos Trabalhadores (PT) à Constituição de 1988 gerou aumento nas pesquisas na internet logo após o debate da TV Globo na noite de sexta-feira (23).

O episódio histórico repercute no cenário atual por envolver diretamente a trajetória legislativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a dois dias da votação do segundo turno marcada para este domingo (25).

Durante a Assembleia Nacional Constituinte de 1988, a bancada do PT, que contava com 16 deputados incluindo Lula, votou contra a aprovação da redação final do texto constitucional. Os parlamentares petistas argumentavam que o documento elaborado não atendia integralmente aos direitos dos trabalhadores e defendiam um programa mais radical. Contudo, atendendo a uma decisão formal do diretório do partido, todos os 16 parlamentares petistas assinaram a Carta Magna no dia de sua promulgação solene. Em 2013, durante discurso na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Lula reconheceu que o país teria ficado ingovernável caso as teses originais de sua bancada tivessem prevalecido na época.

O resgate de posicionamentos históricos continua pautando a reta final da disputa eleitoral antes da abertura das urnas neste fim de semana.

Com informações de UOL, Exame e Terra.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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