Sábado, 17 de outubro de 2026
Mundo

EUA voltam a discutir pelotão de fuzilamento após falhas em injeções letais

Casa Branca recuou de proposta militar para exibir ao vivo a execução de condenado no Texas

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O governo dos Estados Unidos e administrações estaduais voltaram a debater a utilização de métodos como o pelotão de fuzilamento para aplicar a pena de morte, após complicações em execuções por injeção letal e impasses jurídicos no país.

A discussão ganhou dimensão pública recente quando o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, anunciou a intenção de o Exército transmitir ao vivo a execução por fuzilamento de Nidal Hasan, condenado pela morte a tiros de 13 soldados desarmados na base de Fort Hood, no Texas, em 2009.

Após forte repercussão negativa e críticas de diversos setores, o presidente Donald Trump descartou a proposta de exibição em tempo real da morte do ex-psiquiatra militar. A eventual aplicação do método com armas de fogo por uma corte militar marcaria a primeira vez em que as Forças Armadas americanas recorreriam a fuzilamentos desde 1945.

O retorno das discussões sobre fuzilamento, cadeira elétrica e câmara de gás ocorre na esteira de falhas recentes no modelo padrão de injeção letal, como a tentativa frustrada de aplicar a pena capital na detenta Christa Pike, que precisou ser socorrida em um hospital durante dez dias após a interrupção do procedimento médico.

Embora a injeção química continue como o principal mecanismo legal adotado pela maioria dos estados desde 1982, a dificuldade para adquirir compostos farmacêuticos e o aumento de contestações judiciais devem manter os métodos alternativos em análise pelos tribunais e pelo governo federal.

Com informações de BBC News Brasil, Terra, Google Notícias e G1.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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