Falhas em Viracopos testam plano de contingência das empresas do setor aéreo
Azul suspendeu voos da frota E2 por instabilidade de GPS, enquanto aeroporto contornou apagão
O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, e as empresas do setor aéreo enfrentaram duas falhas significativas na infraestrutura de serviços na terça-feira (22). Os incidentes exigiram rápidas respostas de contingência tanto da concessionária do terminal quanto das companhias aéreas e fornecedoras.
Durante a madrugada, às 3h10, uma subestação de energia sofreu um desligamento que deixou o saguão de check-in sem luz. A concessionária do aeroporto atuou para manter a continuidade das operações, direcionando energia para os setores mais críticos durante o pico matinal e utilizando procedimentos manuais de inspeção, como raquetes e malas abertas, nas áreas onde o equipamento de raio-X não havia retornado. Pistas e portões não paralisaram o funcionamento.
No final da tarde, uma instabilidade afetou os receptores de GPS dos jatos Embraer E2. Embora a fabricante garantisse que era seguro continuar voando por meio de métodos de navegação alternativos aprovados, a Azul decidiu adotar o nível máximo de precaução e suspendeu as operações de toda a sua frota E2 até compreender a origem da falha nos sistemas.
A paralisação teve um impacto imediato, resultando em mais de 80 voos da Azul cancelados por conta do problema no GPS, somados a outros 26 cancelamentos ocorridos pelo apagão. Mais de 8.000 passageiros foram afetados. A Embraer e a operadora do sistema de navegação abriram uma sala de crise, conseguindo restabelecer o sinal no primeiro avião às 22h, e retomando as operações nas horas seguintes.
Com informações de UOL e Folha.
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise