Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Economia

Geração de energia solar deve desacelerar com redução de subsídios, projeta Kelman

Ex-diretor da Aneel avalia impacto tarifário no setor elétrico e defende aquecedores em famílias de baixa renda

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O ritmo de crescimento da geração de energia solar conectada às redes de distribuição no Brasil deve desacelerar nos próximos anos em decorrência da eliminação gradual dos subsídios tarifários cruzados, avalia o engenheiro e ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Jerson Kelman, em análise divulgada nesta quarta-feira (14).

De acordo com o especialista, a perda de incentivos públicos fará com que novos investimentos em painéis fotovoltaicos dependam exclusivamente da relação entre custo e benefício real de cada projeto. O arrefecimento só poderia ser evitado caso ocorra uma redução drástica no preço das baterias, o que viabilizaria a consumidores de regiões de menor densidade se desconectarem totalmente do sistema elétrico tradicional.

Para o segmento de baixa renda, Kelman aponta que a pressão gerada pelo uso crescente de eletrodomésticos e chuveiros elétricos deve ser enfrentada pelas distribuidoras com a instalação de aquecedores solares de água, tecnologia mais barata financiada pelo Programa de Eficiência Energética da Aneel. O modelo reduziria os picos de consumo elétrico sem sobrecarregar as contas de luz, além de diminuir a dependência de geradores a diesel sustentados pela Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) em áreas remotas da Amazônia.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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