Domingo, 25 de outubro de 2026
Economia

Goldman Sachs aponta risco de contestação se margem no segundo turno for apertada

Relatório do banco avalia que diferença menor que um ponto porcentual pode indicar fragilidade para o eleito governar

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O banco de investimentos Goldman Sachs divulgou um relatório a clientes neste domingo (25) afirmando que uma margem de vitória inferior a 1 ponto porcentual no segundo turno presidencial pode elevar o risco de contestação do resultado eleitoral.

De acordo com os economistas da instituição financeira, uma disputa decidida por fração mínima de votos tende a ser interpretada pelo mercado e pelo meio político como um mandato frágil para governar o país, em meio ao ambiente de polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Por outro lado, o relatório destaca que uma distância superior a 4 pontos porcentuais asseguraria legitimidade inequívoca ao vencedor perante investidores e a sociedade. O banco também ressaltou que uma taxa elevada de abstenção nas urnas favoreceria, em tese, a candidatura de Flávio Bolsonaro, considerando o padrão histórico de aumento de faltas no segundo turno.

Os analistas indicaram ainda que o tom adotado nos discursos de reconhecimento da derrota e celebração da vitória será decisivo para definir o ritmo da transição institucional. A apuração oficial das urnas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá início a partir das 17h, no horário de Brasília.

Com informações de UOL, Terra e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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