Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Tecnologia

Inteligência artificial desestimula ações contra o aquecimento global, diz estudo

Pesquisa canadense revela que robôs virtuais tendem a sugerir a manutenção de regras poluentes

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Sistemas de inteligência artificial generativa tendem a sugerir a continuidade de comportamentos convencionais em vez de estimular práticas que reduzam o impacto ambiental, revelou um estudo divulgado nesta quarta-feira (14) por cientistas da Universidade de Waterloo, no Canadá.

Publicada na revista científica Environmental Research Communications, a investigação alerta que os assistentes virtuais podem retardar a transição ecológica. À medida que cidadãos e organizações consultam robôs de conversa para orientar decisões cotidianas — como escolha de meios de transporte, eletrodomésticos ou hábitos alimentares —, as respostas automáticas frequentemente reforçam padrões de consumo que favorecem emissões de gases poluentes.

O experimento liderado pelo pesquisador Seth Wynes submeteu 7.548 perguntas a seis modelos de linguagem diferentes, somando 54.888 testes práticos. Os dados indicaram que os sistemas foram, em média, 7,5 vezes mais propensos a defender a preservação das normas existentes do que a propor mudanças sustentáveis. Os autores destacam a urgência de aprimorar os algoritmos para assegurar que a tecnologia não atue contra compromissos climáticos globais.

Com informações de Exame, Veja e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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