Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Brasil

Médico morre em tiroteio com a PM em Catanduva; polícia acha armas e suástica

Cirurgião já havia sido detido em operação contra desvios na saúde e possuía registro de atirador esportivo.

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O cirurgião vascular Luciano Lopes Pastor, de 52 anos, morreu no domingo (18) durante uma troca de tiros com policiais militares em sua residência, em Catanduva, no interior de São Paulo.

A ocorrência teve início após denúncia de violência doméstica feita pela própria esposa do profissional de saúde, culminando na apreensão de material extremista e armas de fogo que reacendem investigações sobre seu histórico criminal.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher acionou a corporação afirmando ter sido ameaçada de morte pelo marido, que portava uma arma na presença dos dois filhos de 10 e 14 anos no bairro Jardim Aeroporto. Equipes da Polícia Militar tentaram negociar a rendição verbalmente, mas foram recebidas a tiros e revidaram. Durante a perícia no imóvel, os policiais encontraram dois cofres, munições, um arsenal registrado em nome do suspeito como atirador esportivo e uma medalha com o símbolo nazista da suástica. O cirurgião já havia sido preso em agosto de 2025 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) na Operação Duas Caras, suspeito de integrar esquema de fraudes e notas frias na gestão de saúde pública.

Todo o armamento e os objetos recolhidos foram encaminhados para a Polícia Civil, que instaurou inquérito para periciar as armas e apurar as circunstâncias do tiroteio e a procedência do material nazista.

Com informações de G1, Google Notícias, Metrópoles e UOL.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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