Terça-feira, 27 de outubro de 2026
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Netanyahu enfrenta primeira eleição após 7 de outubro e denuncia suposto plano de fraude

Premiê busca se manter no cargo sob críticas de sobreviventes de kibutz e prisões de integrantes de sigla árabe no sul

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Faixa de Gaza
Destruição após ataques na região · Foto: Kobi Gideon / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, enfrentou nesta terça-feira (27) a primeira eleição geral no país desde os ataques liderados pelo grupo extremista palestino Hamas, em 7 de outubro de 2023.

A votação parlamentar decide se Netanyahu manterá a liderança de seu bloco governista ou se perderá a maioria, o que pode definir o rumo dos conflitos armados na Faixa de Gaza e no Líbano e a estabilidade política do Oriente Médio. Durante a abertura dos locais de votação, o premiê afirmou que houve uma tentativa de roubo do resultado eleitoral, acusando três membros de uma legenda de maioria árabe que foram detidos com dinheiro no sul israelense, acusação minimizada pelas autoridades eleitorais locais.

Ao mesmo tempo, sobreviventes e familiares de vítimas do kibutz Be'eri, comunidade agrária comunitária onde um em cada dez habitantes foi assassinado em 2023, protestaram exigindo a saída do chefe de governo por não ter evitado o massacre que deixou 1.200 mortos e 251 reféns. Netanyahu, que rejeita abrir uma investigação independente sobre as falhas militares daquele dia, aguarda agora a apuração dos votos que indicará se conseguirá montar uma nova coalizão de governo nos próximos dias.

Com informações de UOL, Terra e CartaCapital.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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