Segunda-feira, 05 de outubro de 2026
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Tecnologia

Nvidia e Broadcom escaparão da crise de energia nos data centers, avalia Morgan Stanley

O crescimento da inteligência artificial deve causar um apagão nas centrais de processamento dos EUA até 2028, atrasando a expansão do setor.

Prédio do Morgan Stanley
Sede do Morgan Stanley, em Nova York · Foto: Ajay Suresh / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

As gigantes da tecnologia Nvidia e Broadcom estão blindadas contra os piores efeitos do estrangulamento energético que atinge os data centers dos Estados Unidos. A conclusão é de um relatório divulgado pelo banco de investimentos Morgan Stanley nesta segunda-feira (5), que analisou a infraestrutura necessária para o avanço da inteligência artificial.

A saúde do setor tecnológico depende das centrais de processamento, que abrigam os supercomputadores que treinam e rodam ferramentas como o ChatGPT. O volume massivo de energia elétrica exigido por essas máquinas começou a esbarrar no limite das redes elétricas americanas, colocando em risco a expansão física das estruturas.

As projeções do banco indicam que a escassez de eletricidade gerará um déficit de 34% na energia necessária para os projetos americanos de inteligência artificial até 2028. Esse gargalo poderá atingir em cheio o faturamento de fabricantes de componentes de rede e chips de memória, já que as obras dos data centers serão adiadas.

Apesar do alerta geral para a indústria de hardware, os analistas preveem que a Nvidia e a Broadcom conseguirão cumprir suas metas até 2027. O otimismo baseia-se no fato de que essas duas empresas têm maior controle sobre a cadeia de suprimentos e estão coordenando suas entregas diretamente com os fornecedores de energia globais.

Com informações de UOL, Terra e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise