Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Oposição em Israel adota doutrina militar de Netanyahu às vésperas de eleição

Principais adversários do premiê rejeitam Estado palestino e defendem ações duras contra Irã e Gaza

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Benjamin Netanyahu
Foto recente do primeiro-ministro citado na matéria · Foto: UK Government / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Às vésperas de uma nova eleição parlamentar em Israel, as principais forças políticas da oposição passaram a alinhar seus discursos de segurança nacional às premissas históricas do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu. Mesmo liderando pesquisas eleitorais, o bloco desafiante assumiu compromissos rigorosos no campo militar e na política externa.

O movimento redefine a disputa eleitoral no Oriente Médio e estreita as divergências sobre o conflito regional. O ex-chefe das Forças Armadas Gadi Eisenkot, apontado à frente da oposição nas sondagens, declarou oposição formal à criação de um Estado palestino e prometeu extinguir o controle do Hamas sobre a Faixa de Gaza em até 18 meses por vias militares.

Outros líderes do bloco também endureceram suas declarações públicas: Yair Lapid cobrou ataques diretos à infraestrutura de energia do Irã, Naftali Bennett classificou a Turquia como ameaça equivalente aos iranianos e Avigdor Lieberman defendeu desmantelar a Autoridade Palestina. Com exceção do dirigente esquerdista Yair Golan, quase todos os postulantes descartaram qualquer aliança futura com partidos da minoria árabe-israelense para a formação de um novo governo.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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