Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
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Economia

Petróleo sobe cerca de 2% com ofensiva no Oriente Médio e tensão persistente na Ucrânia

Barril do tipo Brent fecha a US$ 106 após disparos contra a Arábia Saudita e novos ataques a usinas de energia

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Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta expressiva no mercado internacional nesta segunda-feira (12), impulsionados por uma onda de ataques aéreos no Oriente Médio e pela continuidade de bombardeios contra a infraestrutura energética na Ucrânia.

A oscilação afeta diretamente o custo global dos combustíveis e pressiona as projeções de inflação ao redor do mundo, com o barril do tipo Brent para entrega em dezembro avançando 1,84%, cotado a US$ 106,65 na bolsa de Londres, enquanto o tipo norte-americano WTI para novembro subiu 2,06%, negociado a US$ 93,74 em Nova York.

No Golfo Pérsico, o governo da Arábia Saudita abriu investigações para apurar falhas nos sistemas de defesa antiaérea após rebeldes houthis do Iêmen dispararem mísseis e drones que atingiram o aeroporto de Riad, provocando ao menos 13 mortes e mais de 300 feridos. O diretor-executivo da estatal petrolífera Saudi Aramco, Amin Nasser, declarou que o fornecimento global continuará sob forte estresse financeiro enquanto o tráfego no Estreito de Ormuz não for completamente restabelecido.

No leste europeu, autoridades de Kiev afirmaram que as forças militares russas mantiveram incursões contra instalações elétricas ucranianas ao longo do dia, esvaziando a declaração de cessar-fogo energético que havia sido anunciada no domingo pelo presidente norte-americano Donald Trump. Analistas do setor avaliam que as cotações devem continuar sensíveis a novos comunicados diplomáticos e ao ritmo de exportação das principais rotas marítimas nos próximos dias.

Com informações de Money Times e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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