Terça-feira, 27 de outubro de 2026
Esporte

PF flagra contratação de segurança clandestina pelo Grêmio em jogo no Paraná

Clube gaúcho e prestadora de serviços responderão a processo administrativo por atuação irregular no Brasileirão

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Polícia Federal
Operação da Polícia Federal investiga desvios na previdência de São Roque · Foto: Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

A Polícia Federal do Paraná constatou a contratação de uma empresa de segurança patrimonial clandestina pelo Grêmio durante a partida contra o Coritiba, realizada no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, na última segunda-feira (26).

O caso afeta diretamente os protocolos de segurança em eventos esportivos com grandes aglomerações públicas. Pela legislação brasileira, atividades de vigilância privada exigem registro formal e autorização expressa da Polícia Federal para evitar a atuação de equipes despreparadas em áreas com torcedores.

A ação foi conduzida por agentes da Delegacia de Controle de Segurança Privada (Delesp), com apoio da Unidade de Controle de Vigilância de Londrina. Os policiais federais constataram que a fornecedora escolhida pelo clube gaúcho para o confronto da 32ª rodada do Campeonato Brasileiro não possuía registro regular perante a corporação para prestar serviços de segurança patrimonial.

Os agentes lavraram um auto de constatação de infração no local. A empresa de segurança e o Grêmio, na condição de tomador dos serviços, responderão a processo administrativo sancionador, que pode resultar em multas financeiras e outras penalidades determinadas pelo Estatuto da Segurança Privada. Segundo informações apuradas pelo portal GZH, a prestadora autuada presta serviços a outros clubes do futebol brasileiro e ainda não concluiu sua adaptação às novas regulamentações federais.

O Grêmio foi procurado por veículos de imprensa para prestar esclarecimentos, mas não apresentou resposta oficial até a publicação deste texto. O processo administrativo tramitará na Polícia Federal, onde as partes notificadas poderão apresentar defesa prévia antes da decisão sobre as sanções cabíveis.

Com informações de Google Notícias, Estadão, Terra e UOL.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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