Terça-feira, 13 de outubro de 2026
Brasil

Polícia Civil segue sem imagens de câmeras de PMs que mataram jovem em São Paulo

Mais de 60 horas após ação em Moema, delegacia não recebeu arquivos; quatro praças foram afastados

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A Polícia Civil de São Paulo completou mais de 60 horas sem ter acesso às gravações das câmeras corporais dos policiais militares envolvidos na morte do jovem Gustavo Munis Santana, de 20 anos, ocorrida na madrugada de sábado (10) no bairro de Moema, na zona sul da capital paulista.

As imagens dos equipamentos operacionais são consideradas fundamentais pelos investigadores para esclarecer a dinâmica da ocorrência e determinar se a vítima já havia caído quando a maioria dos disparos foi efetuada. De acordo com o registro oficial da ocorrência, a requisição eletrônica solicitando as gravações em vídeo foi enviada à Polícia Militar logo após o caso, no próprio sábado.

A perícia realizada no local do crime apontou que quatro policiais — três soldados e um sargento — dispararam 45 vezes contra o rapaz, que estava desarmado e teria tido o aparelho celular confundido com uma arma de fogo pelos agentes. O laudo preliminar constatou 27 perfurações por disparos no corpo da vítima, distribuídas da cabeça até os membros inferiores. O comando da Polícia Militar determinou o afastamento preventivo dos quatro praças do patrulhamento nas ruas durante a apuração administrativa.

O jovem aprendiz foi sepultado na tarde desta segunda-feira (12) no Cemitério de Congonhas, em cerimônia acompanhada por familiares e amigos. A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo foi procurada para esclarecer os motivos da demora na liberação dos arquivos digitais aos delegados, mas não se manifestou até o fechamento da reportagem.

Com informações de UOL, Google Notícias e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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