Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Cultura

Presença de coordenadores de sexo em filmagens gera divisão entre atores

Especialistas encarregados do consentimento no set despertam opiniões opostas sobre criação artística

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A presença obrigatória de coordenadores de intimidade para orientar cenas de teor sexual e nudez em produções para cinema, televisão e teatro passou a suscitar divergências públicas entre artistas e diretores internacionais nesta semana.

Criada para evitar situações de constrangimento e prevenir assédios sexuais no ambiente de trabalho audiovisual, a função ganhou espaço na indústria após as denúncias do movimento MeToo em 2017, mas agora enfrenta questionamentos de profissionais experientes que veem excesso de burocracia nas gravações.

Na prática, o trabalho desses especialistas envolve estabelecer exercícios corporais prévios, alinhar o que é permitido por contrato e monitorar o comportamento de toda a equipe técnica no estúdio. A atriz Olivia Wilde elogiou o papel da mediadora Yehuda Duenyas nas gravações do filme "I Want Your Sex", de Gregg Araki, afirmando que a intervenção garantiu liberdade e segurança aos envolvidos. Por outro lado, atores veteranos criticam a constante fiscalização sob o argumento de que ela engessa o fluxo emocional e a criatividade espontânea das tomadas.

O tema volta ao centro das discussões no Brasil a partir desta quinta-feira (22/10), data prevista para o lançamento do longa-metragem nos cinemas nacionais, estimulando novos debates em sindicatos de atores sobre regras de gravação.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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