Domingo, 18 de outubro de 2026
Mundo

Protestos de estudantes avançam na Europa e na América do Sul com confrontos

Mobilizações por educação e custo de vida deixam feridos na Albânia e chegam a Buenos Aires

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Mobilizações lideradas por estudantes e professores ganharam força em diferentes países da América do Sul e da Europa neste segundo semestre de 2026, resultando em distúrbios urbanos e enfrentamentos com tropas de choque policiais.

Embora cada local apresente demandas específicas, os movimentos compartilham o descontentamento popular diante do encarecimento das condições básicas de vida e da redução de verbas governamentais destinadas a serviços públicos essenciais, como ensino e moradia.

Na Argentina, milhares de docentes e acadêmicos marcharam por Buenos Aires nesta quinta-feira (15/10) contra a contenção de recursos no ensino superior público conduzida pela gestão do presidente Javier Milei, culminando em tumultos em frente ao Congresso. Atos semelhantes por melhorias educacionais também se desdobraram em cidades da Colômbia e do Chile.

Já no continente europeu, os conflitos mais intensos foram registrados em Tirana, capital da Albânia, onde protestos estudantis por mais verbas escolares e contra a venda de terrenos para um resort de 1,4 bilhão de euros ligado a Jared Kushner deixaram 89 feridos, sendo 61 policiais. Na Itália, a onda de passeatas atingiu a cidade de Turim com detenções de jovens, enquanto estudantes na França completam um mês de atos contra a falta de professores em escolas secundárias.

Com informações de Gazeta do Povo, Terra e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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