Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Mundo

Sem-teto vive há três anos no pórtico de mansão abandonada de R$ 1,4 bilhão em Londres

Imóvel de 45 cômodos pertenceu a fundador da Evergrande e permanece travado na Justiça

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O cidadão sueco Anders Fernstedt vive há mais de três anos acampado sob o pórtico de uma megamansão avaliada em 210 milhões de libras, o correspondente a cerca de 1,4 bilhão de reais, no centro de Londres, na Inglaterra.

O caso expõe o contraste entre o déficit habitacional da metrópole britânica e o congelamento de propriedades de luxo mantidas vazias em decorrência de fraudes financeiras internacionais.

A propriedade monumental, situada no endereço 2-8A Rutland Gate, chegou a ser considerada a residência mais cara da capital inglesa ao ser adquirida em 2020 por Hui Ka Yan, fundador da incorporadora chinesa Evergrande. Condenado à prisão perpétua em agosto, o empresário chinês nunca habitou a residência de 45 cômodos e 116 janelas, registrada em nome de sua esposa. O bloqueio dos bens dela impede o confisco da estrutura por credores e liquidantes judiciais.

Sem nunca ter invadido as áreas internas do palácio, Fernstedt organizou plantas, guarda-sóis e sacolas sob as colunas externas do pórtico para se proteger do clima. O imóvel aguarda deliberações em tribunais britânicos para que os administradores da massa falida possam colocá-lo novamente à venda.

Com informações de G1 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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