Sindicato afirma que greve de técnicos no Amadora-Sintra atinge 90% de adesão
Trabalhadores da unidade hospitalar paralisaram atividades por 24 horas em protesto contra falha na aplicação de acordo coletivo
O Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica estimou que a greve dos trabalhadores da Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora-Sintra, em Portugal, alcançou uma adesão de 90% nesta quarta-feira. A paralisação de 24 horas afetou setores como análises clínicas, fisioterapia, exames de radiologia e a farmácia hospitalar da instituição.
Segundo a entidade sindical, os serviços mínimos e o atendimento em situações de urgência foram mantidos. Contudo, exames, cirurgias e procedimentos de rotina que estavam programados correm o risco de cancelamento devido à alta mobilização dos funcionários. O protesto foi acompanhado por uma concentração em frente ao Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, reunindo dezenas de profissionais.
A manifestação exige o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho dos hospitais públicos para os funcionários da ULS. O presidente do sindicato, Luís Dupont, relatou que houve um entendimento prévio com o Ministério da Saúde e a administração da unidade hospitalar, mas o avanço foi barrado pela Administração Central do Sistema de Saúde, gerando informações contraditórias. A categoria cobra esclarecimentos oficiais sobre o bloqueio.
Com informações de Público (Portugal), RTP Notícias (Portugal) e Observador (Portugal).
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