Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Mundo

Trump articula compra de diesel russo e pressiona Ucrânia a parar ataques a refinarias

Estratégia americana para tentar encerrar a guerra provoca reação de aliados europeus contrários a concessões a Vladimir Putin

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Donald Trump
Portrait of 45th and 47th POTUS, Donald Trump taken by Daniel Torok This portrait is displayed at the Smithsonian National Portrait Gallery and was approved for use on a commemorative Semiquincentenni · Foto: Daniel Torok / Wikimedia Commons (Public domain)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abriu negociações para viabilizar a compra de diesel refinado da Rússia ao mesmo tempo em que exerce pressão diplomática sobre a Ucrânia para que interrompa imediatamente os ataques com drones a refinarias de petróleo russas. A movimentação marca uma alteração na postura de Washington sobre o conflito no leste europeu, segundo revelou o jornal norte-americano The New York Times.

A medida altera a dinâmica das sanções econômicas globais e afeta o esforço militar de Kiev, já que a queima de refinarias russas vinha sendo a principal arma ucraniana para asfixiar a arrecadação financeira e a logística do governo de Vladimir Putin. Por outro lado, a aquisição de combustíveis visa estabilizar os preços internos de energia nos Estados Unidos e reduzir a inflação ao consumidor.

As conversas geraram reações contrariadas entre governos ocidentais. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, classificou qualquer acordo financeiro ou concessão comercial a Moscou como uma decisão altamente arriscada para a segurança do continente europeu. Em contrapartida, Trump sustentou perante jornalistas que tanto Putin quanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, demonstram interesse real em alcançar um cessar-fogo nas próximas semanas.

Enquanto o chanceler ucraniano e diplomatas internacionais realizam rodadas de consultas para medir os impactos das exigências americanas, o governo russo mantém a repressão a informações no país. O Serviço Federal de Segurança (FSB) confirmou a detenção sob suspeita de espionagem do jornalista japonês Yuki Imai na ilha de Sacalina, na véspera de sua saída do território russo.

Com informações de New York Times, Al Jazeera, The Independent e NPR.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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