Algoritmos de redes sociais agravam tristeza de usuários, diz estudo
Pesquisa aponta que plataformas digitais identificam fragilidade emocional e recomendam temas nocivos
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Os algoritmos que organizam os feeds das redes sociais conseguem identificar períodos de tristeza dos usuários e ampliam a oferta de publicações nocivas que pioram o estado emocional, segundo pesquisa de especialistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos.
A descoberta alerta sobre os riscos da navegação prolongada para quem enfrenta momentos difíceis, como o término de um relacionamento afetivo ou tensões no trabalho. Em vez de auxiliar na recuperação, as plataformas digitais exploram o tempo de tela do usuário para sugerir sucessivas postagens sobre vulnerabilidade e sofrimento psicológico.
De acordo com o estudo, quando a pessoa permanece assistindo a vídeos com dicas sobre rompimentos amorosos, o sistema de recomendação interpreta o interesse e passa a entregar materiais cada vez mais pesados. Com o avanço dessa dinâmica, o algoritmo pode alcançar extremos e expor pessoas vulneráveis a temas como automutilação e ideação suicida.
Especialistas em saúde mental orientam que os usuários limitem o tempo de uso das redes durante crises emocionais e busquem ajuda especializada fora do ambiente digital.
Precisa de ajuda? O CVV atende pelo telefone 188, de graça, 24 horas.
Com informações de UOL e Folha.
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise
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