Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Mundo

Aliados de Trump sugerem decreto de lei marcial em caso de derrota eleitoral

Integrantes da base republicana defendem apreensão de urnas e cédulas a duas semanas das eleições parlamentares

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Donald Trump
Donald Trump with Marjorie Taylor Greene in the Oval Office. · Foto: The White House / Wikimedia Commons (Public domain)

Aliados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passaram a articular publicamente o recurso a medidas extremas, incluindo a edição de um decreto de lei marcial e a retenção de cédulas, caso os republicanos não reconheçam o resultado das eleições legislativas de novembro.

A aplicação de leis militares sobre a estrutura civil de votação violaria dispositivos constitucionais históricos dos Estados Unidos e colocaria em risco a estabilidade das instituições democráticas do país. Especialistas e autoridades eleitorais reforçam que o sistema de apuração é seguro e que não existem evidências de fraudes generalizadas no processo.

As conversas foram reveladas pelo veículo jornalístico Axios e envolvem membros destacados do movimento Maga (sigla para "Faça a América Grandiosa Novamente"), parte deles com canal direto com a Presidência. As propostas sugerem que as Forças Armadas intervenham na contagem de votos e confisquem equipamentos de zonas eleitorais em locais com desfecho desfavorável aos aliados de Trump.

Questionada sobre as discussões, a Casa Branca evitou esclarecer se o presidente tratou do assunto com assessores, mas sua porta-voz reiterou críticas aos democratas e defendeu endurecer regras de identificação nas seções. A votação de meio de mandato ocorre em menos de duas semanas e definirá o controle da Câmara dos Representantes e do Senado para os próximos dois anos.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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