Segunda-feira, 02 de novembro de 2026
Economia

Aliados do governo pressionam Banco Central por corte de juros antes do Copom

Deputados petistas cobram Gabriel Galípolo e rebatem piora nas estimativas do mercado financeiro

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Parlamentares da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificaram nesta segunda-feira (2) as cobranças públicas sobre o Banco Central do Brasil para que a autoridade monetária reduza a taxa básica de juros, atualmente fixada em 13,75% ao ano.

A pressão ocorre às vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para esta semana. O nível dos juros define o custo do crédito para famílias e empresas em todo o país, encarecendo empréstimos e desacelerando investimentos produtivos quando permanece em patamares elevados.

Antes da disputa presidencial vencida por Lula, analistas do mercado financeiro projetavam corte de 0,25 ponto percentual na taxa. No entanto, parte dos operadores reviu essas estimativas após a vitória petista contra Flávio Bolsonaro, alegando dúvidas fiscais sobre as contas públicas. O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) acusou os agentes de sabotar a economia e cobrou diretamente o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Já a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que setores da Faria Lima atuam com motivações ideológicas.

Os diretores do Banco Central iniciam na terça-feira as reuniões técnicas do colegiado, e o anúncio oficial do novo patamar da taxa Selic será divulgado na quarta-feira ao fim do dia.

Com informações de Estadão, Terra e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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