Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Economia

Aluguel residencial sobe 7,11% em 2026 e quase dobra a inflação oficial

Índice FipeZAP aponta alta acumulada de 9,13% em 12 meses, impulsionada pelo crédito habitacional restrito

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O preço médio dos novos aluguéis residenciais no Brasil acumulou alta de 7,11% entre janeiro e setembro de 2026, alcançando quase o dobro da inflação oficial do país no mesmo período, que foi de 3,95% de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O avanço impacta diretamente o orçamento dos inquilinos que precisam alugar ou mudar de moradia, já que os reajustes continuam pesando mais do que o custo de vida médio da população.

No acumulado de 12 meses até setembro, a locação residencial avançou 9,13%, superando tanto o IPCA (4,58%) quanto o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que ficou em 3,34%. O levantamento é elaborado pelo Índice FipeZAP com base nos anúncios de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras, incluindo 22 capitais, e não engloba contratos antigos que seguem cláusulas já pactuadas.

Em setembro, o índice registrou variação positiva de 0,52%, confirmando uma tendência de desaceleração gradual na comparação com o salto de 1,04% medido em abril. De acordo com analistas do setor, a perda de fôlego reflete o limite financeiro das famílias, embora as restrições ao crédito imobiliário ainda mantenham a demanda por moradia alugada elevada na maioria das cidades.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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