Aluno de Medicina morto após discussão no trânsito motivou vigília e protestos em Taubaté
Bruno San Juliano, de 23 anos, foi atingido por um bombeiro militar; a Unitau suspendeu atividades acadêmicas.
Estudantes, amigos de classe e o coletivo de mães médicas de Taubaté, no interior de São Paulo, organizaram vigílias e protestos intensos após a morte do jovem universitário Bruno Hashimura San Juliano. O rapaz, de apenas 23 anos, foi morto a tiros na noite de quarta-feira (30) após se envolver em uma discussão passageira de trânsito na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida no município paulista como Avenida do Povo.
Bruno era um promissor estudante cursando o quarto semestre de Medicina na tradicional Universidade de Taubaté (Unitau). Segundo as informações colhidas do boletim policial, o universitário foi baleado pelo bombeiro militar da ativa Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, que foi preso em flagrante. O atirador relatou na delegacia ter sentido uma manobra de "fechada" do veículo Prisma conduzido pela vítima, parando-o mais à frente no semáforo e sacando sua pistola de calibre 380, alegando que o rapaz empunhava ostensivamente uma faca na janela.
Em nota oficial ao público, a reitoria superior da Unitau repudiou de forma clara o ato violento e prestou solidariedade aos enlutados da família Juliano. A instituição tomou a decisão de suspender todas as atividades curriculares e avaliativas dos estudantes de Medicina ao longo desta quinta-feira (1º), disponibilizando equipe extra de psicólogos para o suporte emocional aos universitários abalados com a perda do amigo, reiteradamente descrito pelos veteranos e companheiros de curso como uma pessoa de extremo otimismo e de um humor único nas manhãs do campus.
Com informações de G1 e Terra.
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise