Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Urgente Terremoto de magnitude 7 no Tibete deixa ao menos 16 mortos e dezenas de feridos
Brasil

Alvo de apuração com Flávio, Precisa deve R$ 4,2 milhões à União por fraude

Empresa punida pela CGU por irregularidades na compra da Covaxin não quitou multa e teve valor inscrito em dívida ativa

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

A Precisa Medicamentos, empresa punida administrativamente por suspeitas de fraudes contratuais na importação da vacina indiana Covaxin durante a pandemia de Covid-19, não pagou a penalidade de R$ 3,8 milhões imposta pelo governo federal, acumulando uma dívida corrigida de R$ 4,2 milhões inscrita na dívida ativa da União.

A inadimplência lesa as contas federais e ocorre no momento em que as investigações sobre a tentativa de venda dos imunizantes voltam à tona na reta final da disputa eleitoral. Ao todo, as obrigações pendentes da distribuidora somam R$ 5 milhões em pendências tributárias e não tributárias com o poder público.

Em 2024, processo administrativo da Controladoria-Geral da União (CGU) concluiu que a companhia utilizou procurações forjadas, documentos com indícios de adulteração e notas de cobrança fora das exigências editalícias em contratos que poderiam ter custado até R$ 500 milhões ao Ministério da Saúde sob o governo Jair Bolsonaro. Investigações da Polícia Federal e reportagens da revista Piauí revelaram que o proprietário Francisco Maximiano e o diretor Danilo Trento buscaram aproximar-se do poder por meio do senador Flávio Bolsonaro (PL), que teria participado de uma confraternização em uma lancha com os lobistas em Brasília.

Os contratos da Covaxin foram cancelados ainda durante a crise sanitária antes da liberação dos recursos públicos, e a defesa da Precisa Medicamentos não foi localizada pelos veículos de imprensa para se pronunciar sobre a dívida ativa.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.