Na seleção, Cristiano Ronaldo coleciona histórico de atritos com técnicos
Relação foi pacífica apenas com Felipão e Roberto Martínez; desavenças incluem episódios com Queiroz, Bento e Jesus
Após o recente abandono da concentração de Portugal, o histórico de atritos de Cristiano Ronaldo com os técnicos da seleção voltou à tona. Desde sua estreia na equipe principal em 2003, sob o comando de Luiz Felipe Scolari, o atacante conviveu com seis treinadores e acumulou desavenças com a maioria deles ao longo de 23 anos.
Segundo o ge.globo, Cristiano só manteve relações sem rusgas com os dois estrangeiros que o dirigiram: o brasileiro Felipão e o espanhol Roberto Martínez. Com Carlos Queiroz, a relação azedou após a eliminação para a Espanha na Copa de 2010. Na ocasião, ao ser questionado sobre a queda, o craque respondeu para perguntarem ao treinador, e os dois não se falaram mais, reencontrando-se apenas na Copa de 2018.
Com Paulo Bento, problemas de hierarquia deterioraram a relação, enquanto na Copa de 2022 o desgaste ocorreu com Fernando Santos, que demorou a barrá-lo após atuações ruins. O episódio mais recente foi com Jorge Jesus, que deixou Cristiano no banco contra a Noruega após o atacante ter jogado mal diante de País de Gales, culminando em sua saída da equipe.
Com informações de ge.globo e Google Notícias.
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