Sábado, 17 de outubro de 2026
Mundo

Arábia Saudita acusa Irã de incentivar escalada militar de rebeldes houthis no Iêmen

Declaração ocorre após ataques com mísseis contra sede do governo iemenita e Marib

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Mapa da Arábia Saudita e Irã
Mapa destacando a Arábia Saudita e o Irã · Foto: Inimer / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O governo da Arábia Saudita acusou formalmente o Irã de armar, treinar e estimular as ações do grupo rebelde houthi no Iêmen, após um bombardeio com cinco mísseis atingir a sede do governo iemenita na quinta-feira (15/10).

A intensificação dos ataques agrava o risco geopolítico em uma região estratégica para o escoamento global de petróleo, que conecta o Estreito de Ormuz ao estreito de Bab el-Mandeb, no Mar Vermelho. A estabilidade dessas rotas marítimas impacta diretamente o preço internacional dos combustíveis e o comércio internacional.

No ataque contra o palácio presidencial, ao menos quatro pessoas morreram e dez ficaram feridas, segundo informações do ministro da Informação do Iêmen, Muammar al-Eryani. O primeiro-ministro e os integrantes do gabinete não sofreram ferimentos. Paralelamente, os houthis dispararam mísseis balísticos contra a cidade petrolífera de Marib, enquanto a coalizão militar liderada pela Arábia Saudita interceptou drones direcionados ao município saudita de Khamis Mushait.

O porta-voz militar dos houthis, Yahya Saree, declarou que o alvo era o quartel-general de operações sauditas instalado no palácio e que qualquer presença militar estrangeira é considerada legítima para ataque. Em resposta, o vice-ministro da diplomacia saudita, Rayed Krimly, afirmou que Teerã patrocina a ofensiva e relatou que os insurgentes rejeitaram uma proposta de diálogo em Mascate, capital de Omã, mantendo as negociações de paz paralisadas.

Com informações de UOL, Metrópoles, RFI Brasil, O Antagonista e Terra.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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