Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Mundo

Denúncias de tortura e áudio expõem prisão de Najmeh Amini, sentenciada à morte no Irã

Estudante de contabilidade de 23 anos teve direito a advogado negado após detenção em Mashhad

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Relatórios divulgados por organizações internacionais de direitos humanos revelaram novos detalhes sobre a prisão, torturas e a falta de garantias judiciais enfrentadas pela estudante de contabilidade Najmeh Amini, de 23 anos, sentenciada à pena de morte por blasfêmia no Irã.

De acordo com a organização Iran Human Rights Monitor, a jovem foi agredida por agentes de segurança logo após ser capturada em 31 de janeiro, na saída de um shopping em Mashhad, no nordeste do país. Mantida em regime de isolamento na ala de segurança máxima da Penitenciária Central de Mashhad, ela foi submetida a torturas físicas e psicológicas e teve negado o direito de contratar um advogado de sua própria escolha.

A condenação foi formalizada em 16 de setembro com base na acusação de sab ol-nabi, artigo do Código Penal Islâmico que pune com execução quem for acusado de insultar o profeta Maomé. Em gravação de áudio obtida a partir da cadeia, Najmeh expressou angústia pelo sofrimento dos parentes, afirmando ter pais que acordam todos os dias com medo de sua morte. A defesa da acusada não foi localizada pelos veículos consultados.

Entidades civis no exterior tentam mobilizar instâncias das Nações Unidas e tribunais internacionais para pressionar as autoridades judiciais iranianas a suspenderem a execução e realizarem a revisão formal da sentença.

Com informações de Estadão e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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