Terça-feira, 13 de outubro de 2026
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Suspeita de trote atrasou em meia hora socorro a condenada após execução falha nos EUA

Gravações revelam que guardas demoraram para liberar entrada de médicos após injeção letal

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O socorro médico de emergência prestado à detenta Christa Pike, de 50 anos, foi retardado em mais de meia hora após agentes penitenciários suspeitarem que o chamado para o serviço de urgência se tratava de um trote, no estado do Tennessee, nos Estados Unidos. A mulher sobreviveu a uma tentativa de execução por injeção letal ocorrida no fim de setembro.

Áudios telefônicos obtidos por meio de pedidos da lei de acesso à informação pela agência Associated Press apontam graves falhas nos procedimentos de segurança do presídio. A retenção da equipe médica ocorreu mesmo após Pike receber duas doses do barbitúrico pentobarbital sem que a morte fosse consumada na câmara de execução.

A primeira ligação para o número de emergência 911 foi efetuada às 20h40 de 30 de setembro, mais de uma hora após o início do procedimento da pena capital. Embora as viaturas tenham chegado rapidamente à portaria da penitenciária feminina, a central de controle só liberou o acesso dos socorristas às 21h11, após uma autoridade estadual presente no local intervir diretamente para confirmar a autenticidade da emergência. Pike estava presa havia 30 anos pelo homicídio de Colleen Slemmer, praticado em 1995, quando ela tinha 18 anos de idade.

Após passar dias entubada sob respiração artificial em um hospital externo, Pike recuperou a consciência, recebeu alta médica e retornou à penitenciária feminina no último sábado (10). A equipe de defesa da detenta ingressou com ações na Justiça norte-americana para tentar impedir de forma definitiva que o estado realize novas tentativas de executá-la.

Com informações de G1, Google Notícias e UOL.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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