Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Mundo

Ataques cruzados entre Rússia e Ucrânia deixam sete mortos e dezenas de feridos

Bombardeios com mísseis e drones atingiram diversas regiões dos dois países horas após reuniões diplomáticas envolvendo emissário dos Estados Unidos

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Guerra na Ucrânia
Exposição fotográfica em Brasília retrata os impactos da invasão da Ucrânia · Foto: Agência Senado from Brasilia, Brazil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Ao menos sete pessoas morreram e 15 ficaram feridas na Ucrânia, além de dois feridos na Rússia, durante uma série de bombardeios trocados entre as duas nações na madrugada desta quinta-feira (22 de outubro de 2026).

A nova sequência de hostilidades expõe a fragilidade dos recentes esforços diplomáticos para interromper a guerra. Os ataques aconteceram poucas horas após o emissário especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, reunir-se em São Petersburgo com o presidente russo Vladimir Putin, encontro após o qual o presidente norte-americano Donald Trump declarou publicamente que as partes nunca estiveram tão próximas de um desfecho negociado.

Em território ucraniano, os mísseis atingiram residências e infraestruturas, matando uma pessoa em Sumy, uma em Kharkiv, três na região de Zaporizhzhia e duas em Donetsk, enquanto na capital Kiev o prefeito Vitali Klitschko reportou 15 pessoas feridas, das quais oito precisaram de internação hospitalar. Do lado russo, o prefeito de Moscou, Serguei Sobianin, afirmou que as defesas antiaéreas interceptaram mais de 630 drones lançados contra a região, com duas pessoas feridas e dezenas de artefatos abatidos também na vizinha Tula.

Apesar da continuidade dos disparos, assessores do Kremlin indicaram disposição para restabelecer canais de negociação com mediação norte-americana, enquanto o presidente ucraniano Volodmir Zelensky voltou a condenar as agressões russas contra centros urbanos. A comunidade internacional acompanha os desdobramentos diplomáticos de Witkoff, que antes de Moscou esteve reunido com Zelensky na Noruega.

Com informações de Google Notícias, Estadão e UOL.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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