Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
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Cultura

Centenário da TV reabre debate sobre espaço de religiões de matriz africana

Filósofa Djamila Ribeiro aponta exclusão histórica nas emissoras abertas e ausência de canais próprios

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O marco de cem anos da primeira demonstração pública de transmissão de imagens em movimento, feita em 1926 pelo cientista escocês John Logie Baird, motivou nesta quinta-feira (5) um debate sobre a concentração do poder de exibição na televisão aberta no Brasil.

A discussão importa porque as frequências de televisão são concessões públicas outorgadas pelo Estado, influenciando diretamente a formação cultural do país e o acesso da população a conteúdos de diferentes crenças e etnias.

Em análise publicada na Folha de S.Paulo, a escritora e pesquisadora Djamila Ribeiro ressaltou que, enquanto igrejas católicas e evangélicas contam com canais inteiros e transmissões diárias nas redes abertas, não existe uma emissora dedicada exclusivamente a religiões de matriz africana.

Inspirada nos estudos do intelectual Osmar Teixeira Gaspar sobre a exclusão da população negra nas telas, a autora defendeu a necessidade de democratizar o acesso às concessões e ampliar o debate sobre a representação religiosa e racial nos veículos de comunicação de massa.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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