Segunda-feira, 02 de novembro de 2026
Política

Cleitinho cobra que políticos pró-boicote eleitoral abram mão de salários

Governador eleito de Minas Gerais criticou campanhas de retaliação econômica custeadas com verbas pagas por contribuintes

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O senador e governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), desafiou neste domingo (1º) os parlamentares e agentes públicos que estimulam boicotes a trabalhadores e empresários por divergências partidárias a renunciarem aos próprios salários.

A declaração surge após o segundo turno das eleições gerais, período marcado pela circulação de listas nas redes sociais que incitam demissões e cortes de clientes em estabelecimentos associados a concorrentes políticos. A pressão afeta a rotina do comércio regional e reacende tensões sobre assédio eleitoral nas relações de trabalho.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Cleitinho dirigiu as críticas a integrantes da direita e da esquerda, afirmando que a estrutura estatal é integralmente custeada por quem produz e consome no país. O parlamentar pontuou que operários e empreendedores pagam impostos para sustentar subsídios e verbas de gabinete de representantes eleitos, sendo incoerente defender perseguições financeiras contra cidadãos comuns mantendo privilégios orçamentários.

Apoiadores bolsonaristas e lideranças como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) manifestaram apoio público a ações de retaliação comercial contra eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em paralelo, Cleitinho passou a sofrer cobranças internas de antigos aliados pela postura moderada adotada na campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no estado mineiro.

Com informações de Poder360 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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