Com disputa acirrada, corrida pelo Senado em Minas Gerais chega à reta final
Eleição entra na última semana marcada por trocas, rompimento de alianças e empate quádruplo nas pesquisas
A eleição para o Senado em Minas Gerais entra em seus últimos dias cercada de indefinição, marcada por desistências e rompimentos de alianças ao longo dos últimos meses. Segundo pesquisas recentes, quatro nomes seguem brigando voto a voto pelas vagas disponíveis no estado.
O cenário de empate técnico tem Domingos Sávio (PL), Marília Campos (PT), Carlos Viana (PSD) e Aécio Neves (PSDB) alternando posições nas margens de erro dos levantamentos divulgados por institutos como Quaest e Datafolha. O caminho até aqui foi conturbado: Marília Campos, que tentava manter seu projeto no Senado, quase foi deslocada pelo PT para a disputa ao governo, plano que não aceitou.
Já a candidatura de Marcelo Aro (PP) sofreu abalos após ele romper o acordo com o atual governador e candidato à reeleição Mateus Simões (PSD), com trocas públicas de farpas. A reviravolta mais expressiva na chapa tucana ocorreu no fim de agosto, quando os candidatos Gustavo Galassi (PSDB) e Marcelo Heringer (PDT) renunciaram, abrindo espaço para a entrada de Aécio Neves na corrida eleitoral.
Com informações de G1 e UOL.
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