Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Economia

Compra da NeoSpace pelo Itaú depende de aval do Cade e do Banco Central

Operação de R$ 2,9 bilhões envolve startup mineira e marca segunda venda de empresa dos mesmos fundadores ao banco

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A conclusão da compra de 100% da startup de inteligência artificial NeoSpace pelo Itaú Unibanco por R$ 2,925 bilhões depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central do Brasil (BC). As autorizações dos dois órgãos reguladores são necessárias para formalizar a transferência do controle da empresa ao banco privado.

A operação consolida a tecnologia da empresa fundada em Uberlândia (MG), que já prestava serviços à instituição financeira havia quase dois anos. Os modelos próprios de inteligência artificial criados pela startup são aplicados em processos internos como análise de concessão de crédito, sistemas de prevenção a fraudes e ferramentas de relacionamento com correntistas.

O negócio também representa a segunda venda bilionária de uma empresa de tecnologia ao Itaú pelos fundadores Bruno Pierobon, Felipe Almeida e Gustavo Debs. O trio já havia criado a Zup Innovation, companhia adquirida pelo próprio Itaú em transação anunciada em 2019, antes de criar a nova desenvolvedora de inteligência artificial.

Com informações de Exame, G1 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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