Domingo, 18 de outubro de 2026
Economia

Consumidores na China trocam grifes internacionais de luxo por marcas locais e usados

Desaceleração econômica faz clientes asiáticos abandonarem consumo ostensivo em favor de economia

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Consumidores da China têm reduzido a compra de produtos de grifes tradicionais ocidentais e migrado para marcas nacionais emergentes ou para o mercado de revenda de artigos de segunda mão, impactando conglomerados globais do setor de artigos de alto padrão neste fim de ano.

O movimento reflete uma transformação nos hábitos de consumo no país asiático, no qual a ostentação de marcas importadas cede espaço à busca por custo-benefício, forçando grifes europeias a fechar lojas e revisar suas projeções financeiras mundiais.

Os compradores chineses responderam historicamente por cerca de um terço de todas as receitas do mercado global de luxo, impulsionando os balanços de marcas como Hermès e LVMH, conglomerado proprietário de grifes como Louis Vuitton e Dior. Contudo, dados da consultoria Bain & Company apontam que o setor de luxo pessoal na China continental despencou até 19% em 2024 e encolheu entre 3% e 5% em 2025. Diante do desaquecimento, a LVMH fechou cinco unidades no território chinês nos últimos dois anos, enquanto a rede francesa Galeries Lafayette encerrou as operações de sua loja modelo em Pequim.

Lojas de grande porte especializadas em revenda de artigos seminovos multiplicam-se em metrópoles como Xangai, atraindo clientes que preferem pagar menos por itens autenticados. Executivos do setor de luxo internacional estimam que a desaceleração na demanda chinesa deve continuar repercutindo sobre os resultados operacionais do setor nos trimestres seguintes, acelerando investimentos em linhas mais flexíveis e adaptações às preferências locais.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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