Sábado, 31 de outubro de 2026
Esporte

Coritiba aciona agência reguladora contra o Santos por venda de Chermont

Clube paranaense cobra R$ 1,2 milhão de taxa de vitrine retida pelo time paulista para pagar contas urgentes.

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O Coritiba Foot Ball Club acionou formalmente a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) para cobrar da diretoria do Santos Futebol Clube o repasse de R$ 1,2 milhão referente à taxa de vitrine pela transferência do lateral direito JP Chermont ao Sharjah, dos Emirados Árabes Unidos. A notificação ao órgão fiscalizador ocorreu nesta quarta-feira (28) após tentativas frustradas de cobrança amigável.

A medida põe à prova a eficácia dos mecanismos de controle financeiro instituídos no futebol nacional para impedir o calote entre agremiações esportivas. Caso a agência confirme a infração nas obrigações pactuadas, o Santos poderá sofrer sanções esportivas e administrativas previstas no Sistema de Sustentabilidade Financeira da modalidade.

Dono de 10% do valor da operação por ter participado da formação do atleta, o clube paranaense contestou a versão divulgada nos bastidores pelo time da Vila Belmiro de que haveria um acordo prévio para postergar o pagamento até que o jogador cumprisse metas esportivas no Oriente Médio. De acordo com o Coritiba, essa cláusula de prorrogação foi aceita apenas pelo próprio atleta, detentor de 15% de seus direitos econômicos (o equivalente a R$ 1,9 milhão). Diante de um momento de aperto financeiro, a cúpula santista admitiu internamente que utilizou o dinheiro pago pelo Sharjah para liquidar contas imediatas, período em que também acumulou dois meses de atraso no pagamento de direitos de imagem do elenco principal, montante calculado em aproximadamente R$ 16 milhões.

A assessoria do Santos declarou que seu departamento jurídico não havia recebido a notificação até a publicação dos dados. A câmara reguladora da ANRESF deverá analisar os contratos de transferência e intimar as duas diretorias antes de deliberar sobre eventuais bloqueios de receitas ou penalidades.

Com informações de UOL e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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