Segunda-feira, 26 de outubro de 2026
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Economia

Déficit externo do Brasil cai ao menor patamar em 2 anos com alta do petróleo

Saldo negativo em transações correntes recuou para 2,33% do PIB e atração de investimento direto superou previsões

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O déficit nas transações correntes do Brasil recuou para 2,33% do Produto Interno Bruto (PIB) no acumulado de doze meses até setembro de 2026, informou o Banco Central do Brasil nesta segunda-feira (26). O patamar é o mais baixo registrado pelo setor externo brasileiro nos últimos dois anos, demonstrando alívio nas contas com o exterior em relação aos 2,5% apurados em agosto.

A balança de pagamentos reflete a entrada e saída de recursos da economia e influencia o comportamento do dólar e a confiança internacional. No mês de setembro, o resultado das transações correntes fechou negativo em US$ 5,1 bilhões (cerca de R$ 27,7 bilhões), praticamente alinhado à previsão de economistas do mercado financeiro, sustentado pelo avanço das exportações de petróleo cru.

Paralelamente, o Investimento Direto no País (IDP) somou expressivos US$ 11,29 bilhões (R$ 61,3 bilhões) em setembro, quase o dobro dos US$ 6,5 bilhões projetados pelo mercado. Nos doze meses fechados no mês passado, o ingresso de capital produtivo alcançou 3,43% do PIB, margem suficiente para cobrir com folga o saldo devedor do país em bens, serviços e rendas com o resto do mundo.

Com informações de UOL, Terra e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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