Domingo, 25 de outubro de 2026
Saúde

Dermatite atópica dobra o risco de depressão e afeta saúde mental, aponta estudo

Revisão médica indica que um em cada cinco pacientes com a condição inflamatória tem o transtorno

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Uma em cada cinco pessoas diagnosticadas com dermatite atópica apresenta quadro clínico de depressão, índice duas vezes maior que o registrado na população em geral, segundo revisão científica divulgada pelo Journal of Clinical Medicine.

O impacto emocional atinge diretamente a rotina dos pacientes e de seus familiares, já que a combinação de coceira intensa, dores constantes e feridas na pele provoca privação de sono e isolamento, elevando também a incidência de distúrbios de ansiedade.

A dermatite atópica é uma doença genética inflamatória crônica e não contagiosa, que atinge cerca de 2,3% da população brasileira de acordo com o Ministério da Saúde. O preconceito social agrava o sofrimento: pesquisa do Instituto Datafolha mostrou que 30% dos entrevistados acreditavam erroneamente que o problema era transmissível e 47% o associavam à falta de higiene pessoal.

Especialistas em dermatologia e psiquiatria recomendam que o tratamento dos pacientes integre o controle das crises de pele ao acolhimento psicológico nos serviços de saúde para prevenir o afastamento escolar e profissional dos portadores da condição.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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