Domingo, 18 de outubro de 2026
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Tecnologia

Dispositivos vestíveis tentam prever menopausa, mas esbarram em limites

Aparelhos inteligentes prometem rastrear sintomas hormonais, mas dependem de dados inseridos pelas próprias usuárias

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Empresas de tecnologia vestível, como Apple, Oura e Whoop, introduziram novos recursos em seus anéis e relógios inteligentes para identificar a chegada da perimenopausa. As ferramentas buscam atender mulheres a partir dos 40 anos, mas especialistas e usuárias apontam limitações clínicas nos alertas gerados pelos aparelhos.

A iniciativa acompanha a expansão dos aplicativos voltados à saúde feminina, mas o uso prático tem gerado dúvidas médicas. Sem capacidade de medir diretamente os níveis hormonais no sangue, os dispositivos correm o risco de emitir notificações imprecisas que provocam ansiedade em vez de orientação útil.

O funcionamento dos sistemas varia de acordo com cada fabricante, embora todos dependam fortemente de informações fornecidas manualmente pelas usuárias. A Apple aposta em notificações diretas sobre irregularidades menstruais, enquanto a Oura incorporou questionários de 22 itens combinados aos dados dos sensores corporais. Relatos de usuárias indicam que alertas frequentes de estresse físico muitas vezes não correspondem à realidade da rotina.

Comunidades médicas e pesquisadores da área de tecnologia aguardam estudos clínicos independentes para verificar se as ferramentas digitais realmente auxiliam no diagnóstico precoce ou se apenas refletem oscilações corporais comuns do envelhecimento.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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