Domingo, 25 de outubro de 2026
Política

Dívida de 83% do PIB e pressão no Congresso desafiam o próximo presidente

Sucessor no Palácio do Planalto terá de conter risco de paralisação da máquina e negociar com STF e parlamentares

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Plenário do Senado
Plenário do Senado Federal, em Brasília · Foto: Boaventuravinicius / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O vencedor da disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) neste domingo (25) assumirá a Presidência da República diante de um cenário de aperto financeiro severo, risco de paralisação em serviços públicos e necessidade de negociar governabilidade com o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).

A gestão desse pacote de crises será determinante para a estabilidade do início de mandato em 2027, impedindo que o novo chefe de governo enfrente acusações de quebra de promessas eleitorais logo nos primeiros meses de exercício no Palácio do Planalto.

O principal gargalo imediato reside nas contas públicas, com a dívida federal alcançando a marca recorde de 83% do PIB em agosto de 2026, impulsionada por compromissos de cerca de R$ 300 bilhões em incentivos fiscais e programas aprovados para os próximos anos. Relatórios do Ministério do Planejamento e Orçamento alertam há meses para o perigo de interrupção operacional de órgãos e universidades, o chamado shutdown, caso não ocorram revisões orçamentárias expressivas.

Além da rigidez nas contas, o mandatário diplomado terá de construir maiorias estáveis no Senado Federal e na Câmara dos Deputados para viabilizar leis complementares e aprovar o Orçamento, mantendo diálogo permanente com o Judiciário antes da posse formal marcada para 5 de janeiro de 2027.

Com informações de Folha e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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