Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Economia

Economista aponta desafios fiscais e dívida como entraves para Lula ou Flávio

Samuel Pessoa avalia que reindexação do Orçamento e juros altos vão restringir o próximo mandato presidencial

O economista Samuel Pessoa apontou, em análise divulgada neste sábado (10), que tanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto o senador Flávio Bolsonaro enfrentarão severos obstáculos fiscais para governar a partir de 2027, independentemente de quem vença o segundo turno das Eleições 2026, marcado para o dia 25 de outubro.

A situação orçamentária afeta diretamente a população porque o endividamento crescente da União e a necessidade de juros elevados encarecem o crédito para famílias e empresas, além de ampliarem os pedidos de recuperação judicial em setores estratégicos como o agronegócio.

De acordo com Pessoa, a pressão sobre as contas públicas foi ampliada no terceiro mandato de Lula pela decisão de reindexar despesas obrigatórias — atrelando a valorização do salário mínimo e os pisos constitucionais de saúde e educação à receita corrente líquida —, o que acrescentou cerca de R$ 520 bilhões em gastos no quadriênio.

O economista avalia que uma vitória da situação exigirá conciliar essa rigidez de gastos com normas de contenção herdadas de mandatos anteriores, enquanto uma gestão da oposição comandada por Flávio terá de reorganizar a política fiscal e aprovar medidas duras no Congresso Nacional para reverter a trajetória da dívida pública.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise