Domingo, 04 de outubro de 2026
Economia

Economistas apontam juros altos e contas públicas como desafios do futuro presidente

Analistas preveem cenário adverso e defendem melhora na relação com o Congresso para acelerar a economia.

O presidente da República eleito nas urnas enfrentará um cenário econômico adverso ao assumir o mandato, com a alta taxa de juros despontando como o principal obstáculo ao crescimento do país. É o que apontam especialistas e executivos do mercado financeiro ouvidos às vésperas do pleito, que destacam também o alto endividamento das famílias e as projeções de inflação acima da meta.

A percepção das dificuldades econômicas sinaliza o que a população e o setor produtivo podem esperar dos próximos anos: necessidade de ajustes e medidas para estimular a criação de empregos e a geração de renda. O controle rígido das contas públicas é visto como o caminho fundamental para permitir que o Banco Central reduza os juros, barateando o crédito para quem precisa investir ou consumir.

De acordo com a economista Zeina Latif, a evolução da economia passa primeiro por uma pacificação política. Segundo ela, o futuro presidente precisará consolidar uma base aliada sólida no Congresso Nacional, passo considerado essencial para conseguir aprovar reformas que aumentem a produtividade e tragam confiança aos agentes econômicos.

Com as votações deste domingo (4), o mercado aguarda a definição de quem comandará o Palácio do Planalto. A partir do resultado, as atenções se voltarão para os primeiros anúncios da equipe econômica do eleito e para as propostas práticas que serão negociadas com os parlamentares para tentar acelerar o crescimento do país.

Com informações de G1 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise